Nosso Fundador

 

Toda família Religiosa tem uma pessoa que a inicia, que chamamos de Fundador.

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O nosso fundador é Pe. Eustáquio Montemurro, nascido em Gravina de Puglia (Itália) em 1º de janeiro de 1857. Graças à excelente educação recebida e às provações que a vida lhe reservou, manifesta uma forte personalidade, aberta à cultura e às relações sociais, harmoniosamente integrada por valores humanos e religiosos.

Exerceu a profissão de médico com grande responsabilidade e caridade cristã, pois não se limitava em curar os doentes, mas se preocupava também com as necessidades dos familiares, fornecendo, muitas vezes, pessoalmente, não somente os remédios, mas também cestas básicas e ofertas em dinheiro.

A crise dos valores cristãos, a ignorância religiosa e as várias situações atormentadas do seu tempo o impeliram a ter iniciativas corajosas para a glória de Deus e a promoção do próximo. Tudo isso o leva a refletir sobre sua vida e sobre o caminho a seguir.

Assim, no dia 24 de setembro de 1904 é ordenado sacerdote, deixa de ser somente médico do corpo para ser, sobretudo, médico das almas. Considerado um “modelo de sacerdote”, “um apóstolo do ensino religioso e da educação cristã”, uma testemunha “do amor dos irmãos para com os irmãos”, vive o seu sacerdócio de maneira heróica, sendo um apóstolo generoso e incansável.

Decidido e firme, mesmo nas situações mais difíceis, dedicava horas e horas à oração meditativa e contemplativa. Movido por estes impulsos de caridade e contemplação, agraciado por Deus com uma profunda experiência do seu amor gratuito e misericordioso para com ele e para com todos os irmãos pecadores, Pe. Eustáquio funda a Congregação das Irmãs Missionárias Catequistas do Sagrado Coração.

O seu grande fervor causou a incompreensão de alguns membros da hierarquia eclesiástica até o ponto de afastá-lo de sua obra recém iniciada. Mas as incompreensões e o sofrimento não o abateram. Como servo bom, fiel e obediente, afastou-se humildemente de sua Congregação, e junto ao Pe. Savério Valério, acolhido com muito amor pelo Beato Bartolo Longo, foi viver na cidade de Pompéia (Itália), perto do santuário da Virgem do Rosário. Nos últimos dias da sua vida, Padre Eustáquio viveu em Pompéia em grande pobreza, caridade incansável e operosidade apostólica até o dia 02 de janeiro do ano de 1923, considerado já um “santo”.

 


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